São Capturas todos os olhares …

Fotojornalismo

PodEntrar! Fotosofia

“Para mim, a fotografia nunca foi um meio para um fim, que de fama, fortuna e reconhecimento caí neste meio por acaso tendo sido sempre interessado em arte, fotografia, em seguida, tornou-se a mais poderosa forma em que eu pudesse expressar minha outra interesses, como a filosofia, a natureza, as pessoas e identidade. Mais do que retratos, minhas fotos são estudos de personagens, não só dos meus temas, mas também de mim. Como eu capturá-los muitas vezes é um reflexo do meu ponto de vista ou modo de pensar, tornando-os muito pessoal se que é evidente ou não. a falta de mais glamour estilo nas minhas fotos é uma maneira para eu tomar uma posição contra o imaginário fashion irrealista que está inundando a nossa sociedade de hoje. Tais imagens têm deformado completamente a nossa percepção do que é ‘beautiful ‘e o que é’ real ‘deixando-nos a gozar a matemática depois da nossa desilusão. o que eu quero para as minhas fotos é para as pessoas que possam ser vistos por quem eles são, sem efeitos especiais, e para as pessoas vendo-os para perceber que a beleza não é perfeição, é nos momentos em que estamos completamente expostos, vulneráveis ​​para que todos possam ver e não se importar de qualquer maneira. ”


PodEntrar! Ariano Suassuna

 

Nas palavras de Suassuna:

“Quem são os homens mais do que a aparência de teatro? A vaidade e a fortuna governam a farsa desta vida. Ninguém escolhe o seu papel, cada um recebe o que lhe dão. Aquele que sai sem fausto, nem cortejo, e que logo no rosto indica que é sujeito à dor, à aflição, à miséria, esse é o que representa o papel de homem. A morte, que está de sentinela, em uma das mãos segura o relógio do tempo. Na outra, a foice fatal. E, com esta, em um só golpe, certeiro e inevitável, dá fim à tragédia, fecha a cortina e desaparece”


Uns deitados, outros de pé

nadia jung fotografia

Da praça da Sé, centro paulistano, de passagem.
Havia ali um pequeno tumulto, agora tão decorrente que aproveitei `um corredor` para clicar os pés de cima a baixo.

Cena que me elevou a anotar-
O vento infinito do cosmos desfila, gira. Espinha ereta, o caminhante trança suas artes com a canção do OM.

São Paulo, 11 de Fevereiro de 2014.

Nádia Jung.


“Preso no século“ – Por Nádia Jung

Nadia Jung

…e preso no olhar! Essas casas sempre irão de existir!
Centrão da paulicéia desvairada!


Eco!

Ftos_nadiajung

– que outra coisa poderão ver, pois que, desde o nascimento, foram compelidos a conservar a cabeça permanentemente imóvel?

– verão, apesar disso, outras coisas além dos objectos que passam à sua retaguarda?

– não.

– e se no fundo da sua prisão houvesse eco que repetisse as palavras daqueles que passam, não imaginariam eles ouvir falar as sombras mesmo que desfilam diante dos seus olhos?

– sim.

– e, por fim, não julgariam eles que nada existiria de real além das sombras?

– não há dúvida.

(…)

[alegoria da caverna – platão]


Merci Le Collectif Artistique

Merci Le Collectif Artistique pour publication!

http://collectif.artistique.sgdm.over-blog.org/article-l-evenement-du-mois-de-fevrier-votre-avenir-nous-interesse-114947893.html

nadia jung


A Vida , um teatro!

Os pobres sentem fome e não sentem medo e os ricos não sentem fome, mas sentem medo. A fome faz roncar a barriga e consegue destruir toda capacidade racional humana, o mesmo ocorre com os ricos, que perdem a sua capacidade humana pela fome do poder.

 

Poder esse que incita o lado mal. Lado mal do homem ou da humanidade?

 

 

NADIA JUNG fotografa


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Anônimo

nadia jung


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Invisíveis – Homem prostrado e Homem reduzido

Nadia Jung fotojornalismo

Através da composição pretendeu mostrar-se a redução do homem à sua condição – de amputado e o outro pedinte. No fundo uma representação do que identificamos perante esta tão recorrente situação.

O Corte funciona como representação da opacidade para a qual somos treinados, impedindo a humanização.