São Capturas todos os olhares …

França

PodEntrar: “Colza Flower“

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© Todas as fotos incluídas neste site, estão sob a Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998. Uso da imagem somente com autorização do autora Nádia Jung

OBRIGADA,

Nádia.


Livro Bourgogne/Brasil – Jean Claude Cara

nadia jung

nadia jung 22
Luz -  All Rights Reserved Nádia Jung.


All Rights Reserved Nádia Jung.


PodEntrar! Where do you go….

njung

“Where do you go….“

Route – Bourgogne/FR
Ampliada em papel fosco e com laminação fosca. Tamanho 20 cm x 30 cm.
Preço: R$150.00

tamanho da IMAGEM 20 cm x 20 cm
À venda com moldura – tamanho 25 cm x 25 cm – R$ 700,00
Tiragem de 10 exemplares
Impressa em papel alemão Hahnemühle de 230g/m²

Fotografia de © Nadia Jung All Rights Reserved


PodEntrar `Trufa. France`

 

 

 

– Wine. France is known for it’s wine, particularly the South of France. It goes without saying that we thoroughly took advantage of the abundance of really good wine at ridiculously cheap prices.

On one particular night we arrived at a winery (at which would stay the night), and were greeted by an enthusiastic proprietor who, after a conversation consisting predominantly of sign-language and mutilated French, gifted us with one of her own bottles of wine.

In the morning we were taken on a tour of the wine distillery by a young man who who would soon assume ownership of the winery. He showed us the entire wine making process, offered samples of the wineries finest (it was only 10am but what the hell), let us rev his Ducati and sent us on our way with a few more bottles of red. Waking up in a winery in the South of France was neat.

– French villages. I’m completely and utterly enamoured with French villages. There’s nothing better than waking up, grabbing and expresso, and a pain aux raisin (my preference) before venturing into unknown alleyways, camera in hand. The pant boxes, the wooden shutters, the ancient architecture, the beautiful pastel colours, the silence, the cats, the cobblestone, the simplicity and the people, the beautiful people who so often are incorrectly labeled as rude and unaccommodating toward foreigners. In our experience, French people are extraordinarily friendly.

– The diverse landscape. Having covered a few miles in France, I’ve realised, contrary to my preconceived ideas, France is not all vineyards, green pastures and tiny villages. In fact, if you spend sometime travelling France you’ll discover quickly that France offers the aforementioned landscape, as well as beautiful pine ladened alps, gorgeous beaches, trendy cities, and in some areas I swear…

We have thoroughly enjoyed our time(s) in France and would love to share more about our adventures, but I think I’ll leave it at that.

I’ve left myself quite a task trying to give an account for both trips and I’m afraid the magnificence could not be contained in one post, or even several. That said, I’d like to leave you with a list of my favourite and or most memorable experiences/things pertaining to France.
https://nadiajungcapturas.wordpress.com/2013/11/08/podentrar-wine-france/


PodEntrar `Wine. France`

 

– Wine. France is known for it’s wine, particularly the South of France. It goes without saying that we thoroughly took advantage of the abundance of really good wine at ridiculously cheap prices.

On one particular night we arrived at a winery (at which would stay the night), and were greeted by an enthusiastic proprietor who, after a conversation consisting predominantly of sign-language and mutilated French, gifted us with one of her own bottles of wine.

In the morning we were taken on a tour of the wine distillery by a young man who who would soon assume ownership of the winery. He showed us the entire wine making process, offered samples of the wineries finest (it was only 10am but what the hell), let us rev his Ducati and sent us on our way with a few more bottles of red. Waking up in a winery in the South of France was neat.

– French villages. I’m completely and utterly enamoured with French villages. There’s nothing better than waking up, grabbing and expresso, and a pain aux raisin (my preference) before venturing into unknown alleyways, camera in hand. The pant boxes, the wooden shutters, the ancient architecture, the beautiful pastel colours, the silence, the cats, the cobblestone, the simplicity and the people, the beautiful people who so often are incorrectly labeled as rude and unaccommodating toward foreigners. In our experience, French people are extraordinarily friendly.

 

https://nadiajungcapturas.wordpress.com/2013/11/07/podentrar-aldeias/


PodEntrar Aldeias…

– Wine. France is known for it’s wine, particularly the South of France. It goes without saying that we thoroughly took advantage of the abundance of really good wine at ridiculously cheap prices.

On one particular night we arrived at a winery (at which would stay the night), and were greeted by an enthusiastic proprietor who, after a conversation consisting predominantly of sign-language and mutilated French, gifted us with one of her own bottles of wine.

In the morning we were taken on a tour of the wine distillery by a young man who who would soon assume ownership of the winery. He showed us the entire wine making process, offered samples of the wineries finest (it was only 10am but what the hell), let us rev his Ducati and sent us on our way with a few more bottles of red. Waking up in a winery in the South of France was neat.

– French villages. I’m completely and utterly enamoured with French villages. There’s nothing better than waking up, grabbing and expresso, and a pain aux raisin (my preference) before venturing into unknown alleyways, camera in hand. The pant boxes, the wooden shutters, the ancient architecture, the beautiful pastel colours, the silence, the cats, the cobblestone, the simplicity and the people, the beautiful people who so often are incorrectly labeled as rude and unaccommodating toward foreigners. In our experience, French people are extraordinarily friendly.


Olhar!

De

NadiaJung.Languedoc


Tardes!

NaJung-Monpt-124NaJung-Monpt-124Por A∑í
Do centro de Montpellier/FR.

‎”Veste a melhor roupa que hoje você vai sair da minha vida!!!”
frase perfeita para algumas pessoas


Doce néctar!

Perpignan-459

Uma bela tardecita…
Collioure/fr.

Com Amigos!

Nádia Jung.


“Onde eu estava“?


Viela de Collioure/FR.

Sim, onde eu estava?

Nádia Jung.


“Avanços e recuos em dias que se lambe o ego…“


Centro comercial de Montpelier, de madrugada, apenas eu.
A escolha dos tons quentes foi inspirada em dois dos meus olheiros favoritos!

“Já não necessito de ti
tenho a companhia noturna dos animais e a peste
tenho o grão doente das cidades no princípio doutras
galáxias, e o remorso

um dia pressenti a música estelar das pedras, abandonei-me ao
silêncio
é lentíssimo este amor progredindo com o bater do coração
não, não preciso mais de mim
possuo a doença dos espaços incomensuráveis
e os secretos poços dos nómadas

ascendo ao conhecimento pleno do meu deserto
deixei de estar disponível, perdoa-me
se cultivo regularmente a saudade do meu próprio corpo!

al berto.


STOP!

Comecei mal na primeira foto do dia… Não me arrependo de ter feito a foto, mas sinto-me mal tê-la exposto.
Ter exposto A assim…

Peço humildemente desculpa a todos os que já tinham visto, pois já deveria ter juízo para pensar antes de postar!

“Mas penso também que, depois, é preciso saber dar-se conta de quanto se foi instrumentalizado, eventualmente, pelo poder integrante. E então, se a própria sinceridade ou necessidade foram subjugadas ou manipuladas, penso que se deve ter mesmo coragem de abjurá-lo”

A cor, da foto, intensifica, meu rubor!


(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)

“Dos clik`s que tiro por mim, das capturas que apanhei, das cores que roubei em cena, vou colorindo o meu caminho, meu sorriso.
Me faço no rastro da arte…

Me identifico com Cântico Negro, cada “som“ : palavra e frase ditos assim, para mim, simplesmente:

“Vem por aqui” – dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: “vem por aqui!”
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali…

A minha glória é esta:
Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém.
– Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe

Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos…

Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: “vem por aqui!”?

Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí…

Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.

Como, pois sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?…
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos…

Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios…
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios…

Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.

Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: “vem por aqui”!
A minha vida é um vendaval que se soltou.
É uma onda que se alevantou.
É um átomo a mais que se animou…
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
– Sei que não vou por aí! “

José Régio –


Caminhando!

Essa foto em Collioure, com os amigos…
Vi e Florence Peixoto, Daniela et Vincent le cochon!

Penso em ROXANNE, THE POLICE.


Grand Cafe de La Bourse!

“E o Mais Desaparecido é o que Aparecerá com mais força”

Essa frase diz muito quando se trata das minhas sensações que remete a imagem!

Nádia.