São Capturas todos os olhares …

Objetos

PodEntrar Boca!

Nadia Jung All Rights Reserved.

E, segue a série.


Visto a pele das palavras!

“Nunca perdi o hábito de ler! Há fome em mim.
Abro o livro às cegas, as palavras parecem respirar sofregamente, como quando vimos à tona depois de um mergulho muito profundo, e escolho, sem verdadeiramente escolher, uma palavra.
E´ com essa palavra, que agora respira em mim, que eu me faço no mundo. sou uma atriz que veste a pele das palavras.“ Nádia.

Nadia Jung.


Série – Opinião

Nadia jUNG FOTOGRAFIA

Gostaria de ser menos IDIOTA do que SOU.

Mas não tem como viver ignorando o que esta piscando como uma desgraça na frente dos olhos! Por isso só sei de que nada sei!

Série Opinião.
“Garfei“ isso da minha natureza: desbravadora de provocações. Quero mais é tentar OPINAR COM OS SIGNOS, COM AS FOTOGRAFIAS.


…Sintaxe das coisas!

“já que sentir é primeiro
quem presta alguma atenção
à sintaxe das coisas
nunca há-de beijar-te por inteiro;

por inteiro ensandecer
enquanto a Primavera está no mundo
o meu sangue aprova,
e beijos são melhor fado
que sabedoria
senhora eu juro por toda a flor. Não chores
– o melhor movimento do meu cérebro vale menos que
– o teu palpitar de pálpebras

somos um para o outro: então
ri, reclinada nos meus braços
que a vida não é um parágrafo

E a morte julgo nenhum parêntesis”

e.e. cummings


Liberdade Acorrentada

Um barato: e isso não é na França!
Adivinha?


Apanhando um Momento – Nadia Jung –

”Uma amiga querida que traz consigo em seu jornalismo a experiência da cultura indígena, e por isso o registro”

Com Vanessa Ramos.


”Voyeurismo sadio”

Quando pequena, as pessoas me consideravam uma criança olhuda.
Eu sempre estava procurando enxergar por uma brecha,por cima do muro, pela janela ou pela fresta da portas.
Acho que é através deste exercício de ”voyeurismo sadio”que constítuimos de fato o nosso olhar.

O que tem fundado os alicerces da minha visão e também tem revelado exatamente quem eu sou como fotógrafa, é a reflexão e o reconhecimento das motivações e aptidões, e de que forma esses valores me geram um estilo, diante da habilidade nata como pode ser usado isso como característica única, como impressões gravadas nas imagens.

Sempre quis comer a vida com os olhos.O cotidiano sempre me interessou, as cenas simples, a religiosidade alheia, tudo isso me ajudou na formação de meu olhar.
Nossa visão é justamente formada pelas camadas da vida que adquirimos ao longo do percurso.

Deixo-me embeber deste caldo riquissímo que é São Paulo hoje,e impregnar de subjetividade minhas imagens.

Nádia Jung


Vamos Lá!

Mais:

http://nadiajungcaptura.wordpress.com/


Força ESTRANHA!

Adoro e volto sempre não vou negar!